A propaganda institucional do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o plebiscito de divisão do Pará começou a ser veiculada nas rádios e televisões de todo o Brasil.
A propaganda é destinada principalmente aos paraenses que vivem fora do Estado.
Nela, o TSE explica que o plebiscito ocorrerá em 11 de dezembro, das 8h às 17h, e convoca os eleitores paraenses que residem fora a comparecer ao Estado para votar.
Haverá duas perguntas nas urnas eletrônicas: "Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado de Tapajós?" e "Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado de Carajás?".
O voto é obrigatório somente para os eleitores paraenses. Quem não estiver no Estado terá até 9 de fevereiro de 2012 para justificar sua ausência na votação, em qualquer cartório eleitoral do Brasil.
No Pará, serão exibidas outras duas peças institucionais do TSE específicas para o Estado. Elas enfatizam a importância da opinião do eleitor para a criação das novas unidades federativas.
O horário eleitoral gratuito, no qual as frentes de campanha a favor e contra a divisão vão expor suas opiniões, será exibido a partir de 11 de novembro somente no Pará.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Teto para plebiscito no Pará é de R$ 10 milhões Campanhas a favor e contra a divisão do Estado podem custar quase o dobro gasto para eleições de 2010
Apesar da existência de quatro frentes, na prática haverá dois grandes grupos: o favoráveis e os contrários à divisão do Estado. O plebiscito está marcado para 11 de dezembro e as inserções no rádio e na TV só poderão começar um mês antes da votação.
Até lá está liberada a realização de comícios, shows e debates, além da distribuição de panfletos e a circulação de carros de som. A propaganda por meio de outdoors não será permitida. Ainda que se trate de uma eleição inédita – é a primeira vez que a criação de um Estado vai ser decidida nas urnas – os envolvidos dizem que será como uma campanha eleitoral comum.
O marqueteiro Duda Mendonça será um dos responsáveis pela campanha separatista. Baiano, Duda é proprietário de terras na região de Carajás e está fazendo o trabalho de graça. O jingle composto por ele sugere que todos os paraenses pertencem a uma só família, mas que "um dia todo filho cresce e chega a hora da emancipação".
As cores predominantes nas peças publicitárias pró-Carajás e pró-Tapajós serão o verde e o amarelo. O principal desafio desses grupos será convencer a população do restante do Pará a votar pela divisão: são quase 64% da população. Segundo o deputado Lira Maia (DEM-PA), esse fator determinou uma das estratégias da campanha: focar as ações na região metropolitana de Belém. "Vamos colocar carros de som na rua, fazer debates", disse.
Do lado antisseparatista, a identidade visual da campanha usa o branco e o vermelho da bandeira do Pará e foi desenvolvida por empresas locais. De acordo com o deputado estadual Celso Sabino (PR), a campanha contra a divisão ocorrerá em todo o Estado, inclusive nas áreas que estão reivindicando a emancipação. "Nós já identificamos pontos de resistência no próprio pretenso Estado do Tapajós, como a cidade de Altamira", contou.
A principal discussão do plebiscito gira em torno da distribuição de recursos do Estado. Somente na região de Carajás existe a expectativa de uma onda de investimentos de US$ 32,8 bilhões até 2014, principalmente da Vale, nos setores de mineração e siderurgia.
Até lá está liberada a realização de comícios, shows e debates, além da distribuição de panfletos e a circulação de carros de som. A propaganda por meio de outdoors não será permitida. Ainda que se trate de uma eleição inédita – é a primeira vez que a criação de um Estado vai ser decidida nas urnas – os envolvidos dizem que será como uma campanha eleitoral comum.
O marqueteiro Duda Mendonça será um dos responsáveis pela campanha separatista. Baiano, Duda é proprietário de terras na região de Carajás e está fazendo o trabalho de graça. O jingle composto por ele sugere que todos os paraenses pertencem a uma só família, mas que "um dia todo filho cresce e chega a hora da emancipação".
As cores predominantes nas peças publicitárias pró-Carajás e pró-Tapajós serão o verde e o amarelo. O principal desafio desses grupos será convencer a população do restante do Pará a votar pela divisão: são quase 64% da população. Segundo o deputado Lira Maia (DEM-PA), esse fator determinou uma das estratégias da campanha: focar as ações na região metropolitana de Belém. "Vamos colocar carros de som na rua, fazer debates", disse.
Do lado antisseparatista, a identidade visual da campanha usa o branco e o vermelho da bandeira do Pará e foi desenvolvida por empresas locais. De acordo com o deputado estadual Celso Sabino (PR), a campanha contra a divisão ocorrerá em todo o Estado, inclusive nas áreas que estão reivindicando a emancipação. "Nós já identificamos pontos de resistência no próprio pretenso Estado do Tapajós, como a cidade de Altamira", contou.
A principal discussão do plebiscito gira em torno da distribuição de recursos do Estado. Somente na região de Carajás existe a expectativa de uma onda de investimentos de US$ 32,8 bilhões até 2014, principalmente da Vale, nos setores de mineração e siderurgia.
03/11/2011 10h40 - Atualizado em 03/11/2011 10h58 Dilma chega à cerimônia que abre encontro do G20 na França Mais cedo, presidente encontrou líderes dos Brics e premiê de Cingapura. Após abertura, Dilma participa de almoço e sessão de trabalho do G20.
A presidente Dilma Rousseff se apresentou, na manhã desta quinta-feira (3), à cerimônia oficial que abre a 6ª Cúpula do G20, no Palais des Festivals, em Cannes, na França. É o primeiro evento oficial da reunião dos 20 países com as maiores economias do mundo.
A reunião ocorre após uma série de encontros da presidente com outros países. O primeiro compromisso, na manhã desta quinta, foi uma reunião dos Brics, entre Dilma e os os presidentes Dimitri Medvedev (Rússia), Hu Jintau (China), Jacob Zuma (África do Sul) e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.
A reunião ocorre após uma série de encontros da presidente com outros países. O primeiro compromisso, na manhã desta quinta, foi uma reunião dos Brics, entre Dilma e os os presidentes Dimitri Medvedev (Rússia), Hu Jintau (China), Jacob Zuma (África do Sul) e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.
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