domingo, 23 de outubro de 2011
Centro sismológico calcula entre 500 e 1.000 mortos no terremoto na Turquia
O terremoto que atingiu neste domingo a província de Van, no leste da Turquia, pode ter causado entre 500 e 1.000 mortos, indicou o Instituto de Sismologia de Kandilli.
"O tremor de 7,3 pode ter causado entre 500 e 1.000 muertos", afirmou o diretor do Instituto, Mustafa Gedik.
O forte terremoto provocou o desabamento de várias construções na província de Van, na fronteira com o Irã, informou, por sua vez, a agência de notícias Anatólia.
O Instituto de Geologia dos Estados Unidos (USGS) informou ainda que o epicentro ocorreu às 10h41 GMT, a 19 km no nordeste da cidade de Van.
Poucos minutos depois, ocorreu uma réplica de 5,6 de magnitude, localizada 19 km a nordeste de Van e a uma profundidade de 12 km, de acordo com o instituto americano, referência na matéria.
Antes, um canal de tv turco informou que o tremor foi magnitude 6,6. O instituto sismológico de Kandilli, em Istambul, afirmou, por sua parte, que a magnitude foi 6,6.
"Alguns edifícios sofreram danos, mas não recebemos informações de vítimas. O tremor causou muito pânico", afirmou o prefeito de Van, Bekir Kaya, ao canal NTV.
O dirigente informou ainda que a rede telefônica da cidade, que possui 380.000 habitantes, sofreu danos.
Um terremoto dessa intensidade costuma provocar muitos danos na Turquia, onde muitas casas são construídas sem respeitar as normas de segurança.
Estas leituras se baseiam na escala aberta de Magnitude de Momento, utilizada atualmente pelo serviço sismológico americano, que mede a área da falha de ruptura e a quantidade total de energia liberada pelo movimento telúrico.
GLOBALIZAÇÃO É ISSO AÍ !!!
“Como se esperava…”
“Mais uma vez…”
(Davis Sena Filho)
Como se esperava, os imperialistas (EUA, França, Inglaterra e Itália), com o apoio de grupos líbios derrubaram o presidente da Líbia, Muammar Kadafi. Mais do que isso: o assassinaram como fizeram com o presidente do Iraque, Saddam Hussein, e agora se preparam para saquear as riquezas dos líbios, especialmente no que concerne às reservas de petróleo e gás. A Líbia é o terceiro maior produtor de petróleo bruto da África e o 17º do mundo, com uma produção de 1,6 milhão de barris diários. Suas reservas são de 44 bilhões de barris, riqueza que, sobremaneira, afia as garras da ganância dos países expropriadores e imperialistas, que enfrentam uma crise econômica das mais graves.
Mais uma vez, lideranças contrárias aos interesses da globalização (nova forma de colonialismo e pirataria) foram mortas e seus países invadidos e bombardeados em nome da “liberdade”, da “democracia” e de um “mundo mais seguro”. Enquanto isso, o sistema capitalista excludente e belicoso derrete em Wall Street e nas praças européias importantes como a de Londres, com as populações desses países brancos, cristãos e desenvolvidos a gritar revoltadas nas ruas contra a roubalheira do sistema financeiro .
Mais uma vez, os imperialistas e colonialistas do ocidente, brancos e cristãos invadem um país soberano em uma cruzada, aos moldes das medievais, para ter o controle da energia fóssil que é o petróleo. São países cujos governos são perigosíssimos, armados até os dentes, possuidores de milhares de ogivas nucleares e com um aparato militar que não pode parar, porque é muito caro e por isso tem de ser usado para atender à trilionária indústria bélica, que é mais letal que o tráfico de drogas internacional. Como é que as potências ocidentais falam em paz e democracia se estão entre os maiores vendedores de armas do mundo?
Como se esperava esses governantes de países desenvolvidos que agem secularmente como piratas e que, apesar de historicamente se odiarem, para roubar e matar se unem, porque precisam dessa vil aliança para movimentar seus parques industriais bélicos.
Como se esperava, Kadafi foi assassinado tal qual ao Saddam. A questão não é se os dois dirigentes eram ditadores. O que importa nesses casos é que os países ocidentais que não se consideram selvagens, o que é uma grande desfaçatez, apoiaram, apóiam e sempre apoiarão ditaduras espalhadas em todo o planeta, porque é assim que esses países, com a ONU e a OTAN usadas como títeres da legalidade, agem em uma conduta para lá de questionável, pois moralmente sem credibilidade no que é relativo às diferenças dos povos, bem como aos seus interesses, que não se coadunam e por isso, geralmente, o país ou aliança mais forte belicamente e que controla regiões diversas por meio da geopolítica ataca seu alvo sem dar satisfação alguma à comunidade internacional, além de fazer da ONU uma organização fantoche, desacreditada, subalterna e humilhada pela prepotência e a arrogância dos Estados Unidos, cujo presidente Barack Obama, apesar da novidade de ser um homem negro, tem os mesmos defeitos, o mesmo perfil e a conduta e estratégia de seus antecessores, que é realizar guerra, invadir países para saquear e ter o controle geopolítico de determinadas regiões, ao preço de sangue, muito sangue de povos, nesses casos, árabes, que não conseguem há quase dois milênios se livrar de forças estrangeiras que não cansam de matar e de literalmente roubar seus países e sociedades.
Mais uma vez, moralmente os Estados Unidos sucumbem moralmente principalmente após o monumental desabamento do World Trade Center em 2001 e o derretimento de seu sistema de capitais no fim de 2008. O país do Capitão América aplicou de forma científica a tortura e a aceitou.
Como se esperava, Muammar Kadafi e as forças regulares e armadas da Líbia foram derrotados. O dirigente líbio — político nacionalista e que, apesar de seus erros e defeitos, desenvolveu o país do norte da África, que, juntamente com a África do Sul, é um dos dois mais desenvolvidos do continente, com IDH alto — foi morto, assassinado e mostrado ao público internacional como caça, como troféu. O povo líbio até então, não se sabe como ele vai ficar, tinha acesso a muitos benefícios sociais e que nunca foram mostrados pela imprensa comercial, privada e corporativa do ocidente. Nunca a imprensa hegemônica brasileira veiculou matérias sobre a Líbia, seu desenvolvimento e as conquistas sociais de seu povo, muito avançadas para os padrões africanos.
Mais uma vez, a imprensa apenas se preocupou em demonizar o presidente líbio, a fim de dar legalidade e razão às ações de pirataria explícita da OTAN, ou seja, dos EUA, da França, da Inglaterra e da Itália, países em profunda crise econômica e financeira e moralmente decadentes, no que é relativo a discernir sobre o que é humano, legal e justo.
O Brasil, por causa do pré-sal, de seu poderoso mercado interno e de sua diversificada riqueza natural tem de se preparar para qualquer eventualidade de defesa. Quem se previne, não se arrepende depois. Até os nazistas tiveram a oportunidade de se defender e serem julgados pelo Tribunal de Nuremberg. A Comissão de Direitos Humanos da ONU tem de investigar em quais circunstâncias o presidente Muammar Kadafi foi assassinado.
“Mais uma vez…”
(Davis Sena Filho)
Como se esperava, os imperialistas (EUA, França, Inglaterra e Itália), com o apoio de grupos líbios derrubaram o presidente da Líbia, Muammar Kadafi. Mais do que isso: o assassinaram como fizeram com o presidente do Iraque, Saddam Hussein, e agora se preparam para saquear as riquezas dos líbios, especialmente no que concerne às reservas de petróleo e gás. A Líbia é o terceiro maior produtor de petróleo bruto da África e o 17º do mundo, com uma produção de 1,6 milhão de barris diários. Suas reservas são de 44 bilhões de barris, riqueza que, sobremaneira, afia as garras da ganância dos países expropriadores e imperialistas, que enfrentam uma crise econômica das mais graves.
Mais uma vez, lideranças contrárias aos interesses da globalização (nova forma de colonialismo e pirataria) foram mortas e seus países invadidos e bombardeados em nome da “liberdade”, da “democracia” e de um “mundo mais seguro”. Enquanto isso, o sistema capitalista excludente e belicoso derrete em Wall Street e nas praças européias importantes como a de Londres, com as populações desses países brancos, cristãos e desenvolvidos a gritar revoltadas nas ruas contra a roubalheira do sistema financeiro .
Mais uma vez, os imperialistas e colonialistas do ocidente, brancos e cristãos invadem um país soberano em uma cruzada, aos moldes das medievais, para ter o controle da energia fóssil que é o petróleo. São países cujos governos são perigosíssimos, armados até os dentes, possuidores de milhares de ogivas nucleares e com um aparato militar que não pode parar, porque é muito caro e por isso tem de ser usado para atender à trilionária indústria bélica, que é mais letal que o tráfico de drogas internacional. Como é que as potências ocidentais falam em paz e democracia se estão entre os maiores vendedores de armas do mundo?
Como se esperava esses governantes de países desenvolvidos que agem secularmente como piratas e que, apesar de historicamente se odiarem, para roubar e matar se unem, porque precisam dessa vil aliança para movimentar seus parques industriais bélicos.
Como se esperava, Kadafi foi assassinado tal qual ao Saddam. A questão não é se os dois dirigentes eram ditadores. O que importa nesses casos é que os países ocidentais que não se consideram selvagens, o que é uma grande desfaçatez, apoiaram, apóiam e sempre apoiarão ditaduras espalhadas em todo o planeta, porque é assim que esses países, com a ONU e a OTAN usadas como títeres da legalidade, agem em uma conduta para lá de questionável, pois moralmente sem credibilidade no que é relativo às diferenças dos povos, bem como aos seus interesses, que não se coadunam e por isso, geralmente, o país ou aliança mais forte belicamente e que controla regiões diversas por meio da geopolítica ataca seu alvo sem dar satisfação alguma à comunidade internacional, além de fazer da ONU uma organização fantoche, desacreditada, subalterna e humilhada pela prepotência e a arrogância dos Estados Unidos, cujo presidente Barack Obama, apesar da novidade de ser um homem negro, tem os mesmos defeitos, o mesmo perfil e a conduta e estratégia de seus antecessores, que é realizar guerra, invadir países para saquear e ter o controle geopolítico de determinadas regiões, ao preço de sangue, muito sangue de povos, nesses casos, árabes, que não conseguem há quase dois milênios se livrar de forças estrangeiras que não cansam de matar e de literalmente roubar seus países e sociedades.
Mais uma vez, moralmente os Estados Unidos sucumbem moralmente principalmente após o monumental desabamento do World Trade Center em 2001 e o derretimento de seu sistema de capitais no fim de 2008. O país do Capitão América aplicou de forma científica a tortura e a aceitou.
Como se esperava, Muammar Kadafi e as forças regulares e armadas da Líbia foram derrotados. O dirigente líbio — político nacionalista e que, apesar de seus erros e defeitos, desenvolveu o país do norte da África, que, juntamente com a África do Sul, é um dos dois mais desenvolvidos do continente, com IDH alto — foi morto, assassinado e mostrado ao público internacional como caça, como troféu. O povo líbio até então, não se sabe como ele vai ficar, tinha acesso a muitos benefícios sociais e que nunca foram mostrados pela imprensa comercial, privada e corporativa do ocidente. Nunca a imprensa hegemônica brasileira veiculou matérias sobre a Líbia, seu desenvolvimento e as conquistas sociais de seu povo, muito avançadas para os padrões africanos.
Mais uma vez, a imprensa apenas se preocupou em demonizar o presidente líbio, a fim de dar legalidade e razão às ações de pirataria explícita da OTAN, ou seja, dos EUA, da França, da Inglaterra e da Itália, países em profunda crise econômica e financeira e moralmente decadentes, no que é relativo a discernir sobre o que é humano, legal e justo.
O Brasil, por causa do pré-sal, de seu poderoso mercado interno e de sua diversificada riqueza natural tem de se preparar para qualquer eventualidade de defesa. Quem se previne, não se arrepende depois. Até os nazistas tiveram a oportunidade de se defender e serem julgados pelo Tribunal de Nuremberg. A Comissão de Direitos Humanos da ONU tem de investigar em quais circunstâncias o presidente Muammar Kadafi foi assassinado.
COMUNICAÇÃO VISUAL: UMA IMAGEM FALA MAIS QUE 500 PALAVRAS DE UM RESUMO!
sábado, 15 de outubro de 2011
06 de Novembro de 2011 - 1ª CORRIDA DIÁRIO DE PERNAMBUCO
COMEMORAR 186 ANOS
COM UMA CORRIDA É PARA
QUEM TEM MUITO FÔLEGO.
Informações Essenciais
Data: 06 de novembro de 2011
Largada/chegada: Rua Cam. da Alfândega, Paço Alfândega (Na praça onde se encontra o Obelisco da Restauração Pernambucana).
Percursos: Corrida e Caminhada de 5km e Corrida de 10km.
Inscrições:
Geral: R$ 50,00
Assinantes Diário de Pernambuco: R$ 40,00
Idosos: R$ 25,00
VAGAS LIMITADAS.
Retirada do Kit
Informações sobre a ENTREGA DOS KITS:
- Dia: 05 de novembro de 2011 (sábado)
- Hora: das 10h às 22h
-Local: Praça Central (térreo) do SHOPPING PAÇO ALFÂNDEGA.
Obs: Não haverá entrega de kits no dia do evento.
Informações Adicionais
Atenção ASSESSORIAS ESPORTIVAS e CLUBES DE CORRIDA:
Para cada 20 atletas inscritos pelo seu grupo, ganhe 1 inscrição de cortesia.
É necessário apenas que o campo “clube” seja preenchido com o nome de sua assessoria ou clube. Depois disso, entre em contato com o portal através do e-mail contato@soucorredor.com.br e pegue sua cortesia.
COM UMA CORRIDA É PARA
QUEM TEM MUITO FÔLEGO.
Informações Essenciais
Data: 06 de novembro de 2011
Largada/chegada: Rua Cam. da Alfândega, Paço Alfândega (Na praça onde se encontra o Obelisco da Restauração Pernambucana).
Percursos: Corrida e Caminhada de 5km e Corrida de 10km.
Inscrições:
Geral: R$ 50,00
Assinantes Diário de Pernambuco: R$ 40,00
Idosos: R$ 25,00
VAGAS LIMITADAS.
Retirada do Kit
Informações sobre a ENTREGA DOS KITS:
- Dia: 05 de novembro de 2011 (sábado)
- Hora: das 10h às 22h
-Local: Praça Central (térreo) do SHOPPING PAÇO ALFÂNDEGA.
Obs: Não haverá entrega de kits no dia do evento.
Informações Adicionais
Atenção ASSESSORIAS ESPORTIVAS e CLUBES DE CORRIDA:
Para cada 20 atletas inscritos pelo seu grupo, ganhe 1 inscrição de cortesia.
É necessário apenas que o campo “clube” seja preenchido com o nome de sua assessoria ou clube. Depois disso, entre em contato com o portal através do e-mail contato@soucorredor.com.br e pegue sua cortesia.
'Indignados' se mobilizam para realizar protestos em 82 países
Manifestantes saíram para as ruas de cidades de todo mundo neste sábado (15) em protesto contra o sistema financeiro, "ganância corporativa" e cortes orçamentários realizados por alguns governos. Os organizadores das marchas acreditam que manifestações sejam realizadas em até 951 cidades de 82 países, inspiradas no "Ocupe Wall Street" (Occupy Wall Street, em inglês), iniciado em Nova York, nos Estados Unidos. Em seu site, o movimento convocou a manifestação contra o sistema econômico em cidades ao redor do mundo. Redes sociais como Facebook e Twitter, além de blogs, foram usados para divulgar a realização dos protestos no dia 15 de outubro.
Em Nova York, cerca de 2.000 pessoas marcharam da área financeira, ao sul da ilha de Manhattan, em direção à área turística de Times Square, neste sábado. A polícia prendeu 24 pessoas por "por alteração da ordem pública", segundo a agência EFE. A France Presse informou que a polícia entrou em confroto com os manifestantes e uma pessoa ficou ferida. Em todo o mundo, já houve manifestações em Hong Kong, Taiwan, Japão, Austrália, Itália, Bósnia, Romênia, Alemanha, Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, Bélgica, Suíça, Holanda, Canadá e Portugal.
Na Alemanha, 5 mil pessoas, segundo a polícia local, se reuniram diante da sede do Banco Central Europeu (BCE) em Frankfurt. Nos cartazes dos manifestantes era possível ler, entre outros lemas, "Acabemos com a ditadura do capitalismo".
Em Londres, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, participou do movimento. O site divulgou milhares de mensagens confidenciais de governos. "Espero que este protesto resulte em um processo semelhante ao que vimos em Nova York, Cairo e Tunísia'", disse Assange à multidão. Em Roma, na Itália, milhares de manifestantes se reuniram nas ruas, mas alguns colocaram fogo em carros e quebraram vitrines de lojas. Houve confronto com a polícia e ao menos 70 ficaram feridos. Ainda na Europa, cerca de 40 mil pessoas se reuniram, entre Lisboa e Oporto, para protestar em Portugal contra novas medidas de austeridade. Algumas conseguiram furar o cerco da polícia e entrar no parlamento. Em Taiwan, mais de 100 pessoas – embora os organizadores esperassem que cerca de 1,5 mil aparecessem – responderam a convocação do "15-O", em referência ao dia 15 de outubro, e se manifestaram na entrada do arranha-céu Taipé 101 cantando palavras de ordem como "Somos 99% de Taiwan". Em Hong Kong, cerca de 200 pessoas responderam ao chamado dos "indignados" e se concentraram nas imediações da Bolsa local, levando cartazes com palavras de ordem como "os bancos são um câncer", segundo a Rádio Televisão de Hong Kong. Em Montreal, cerca de 300 manifestantes se concentraram na praça Victoria, no centro da cidade, para discutir bancos, falta de dinheiro e o futuro. Como em outras partes do mundo, eles usavam a máscara de Guy Fawkes, de 'V de Vingança', que também é usada pelo grupo Anonymou. EmMadri, a manifestação não teve a permissão das autoridades, e começou com apitos e um "panelaço" na porta principal do Banco da Espanha. Os "indignados" gritaram "culpados, culpados" ao passar pelo banco.
Desde o surgimento do movimento, que teve início com um protesto de centenas de pessoas em Madri no dia 15 de maio, os "indignados" e grupos de filosofia parecida, como "Ocuppy Wall Street", querem fazer deste 15 de outubro (15-0) um dia simbólico, reunindo-se diante de sedes financeiras como Wall Street, a City de Londres ou o Banco Central Europeu (BCE), em Frankfurt. Em Sydney, as ruas diante do Banco Central da Austrália foram tomadas por cerca de 2 mil manifestantes, entre representantes aborígenes, sindicalistas e comunistas, segundo a agência Reuters. Em Tóquio, centenas de pessoas fizeram passeata, incluindo alguns manifestantes da causa anti-nuclear. Outras dezenas protestaram em frente à embaixada dos Estados Unidos em Manila segurando cartazes com os dizeres "Abaixo o imperalismo norte-americano" e "As Filipinas não estão à venda".
O site da organização, o "15october.net", traz uma mensagem para que os manifestantes "unam suas vozes para dizer aos políticos e às elites financeiras que cabe ao povo decidir o futuro"
A onda de protestos deste sábado ocorre simultaneamente a um encontro do G20 na França, em que políticos tentam encontrar formas de enfrentar a crise da dívida que se espalha pelos países da zona do euro.
Do G1, em São Paulo, com agências internacionais
domingo, 9 de outubro de 2011
Steve Jobs teria pensado nos próximos lançamentos da Apple visando o futuro da empresa
Mesmo enfermo e lutando para viver, Steve Jobs estaria pensando em novos produtos para a Apple. Sua intenção, mesmo confrontado com a morte no curto prazo, era construir um futuro sólido para a marca que ajudou a criar.
Jobs teria, mesmo severamente debilitado pelo câncer, trabalhado no desenvolvimento destes novos produtos por mais de um ano. Não foram revelados detalhes sobre o que seriam os produtos e até que estágio Steve acompanhou seu eventual desenvolvimento. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
A princípio, o grosso do trabalho seria voltado para melhorias nos dispositivos que compõe o coração dos ganhos da Apple, como iPods, iPads, iPhones e os MacBooks. Além de novos planos para o serviço iCloud, proposta de armazenamento de arquivos dos usuários na rede, que ainda engatinha e já passou por atrasos.
Também foi revelado que Steve Jobs precisou lutar muito para convencer acionistas e executivos da Apple sobre o projeto de construção da nova sede da empresa (foto acima). Com um formato extremamente inovador em meio a um enorme jardim, o complexo, que se assemelha muito a um parque, terá capacidade para 12 mil funcionários e que deve ficar pronta em 2015.
A futura sede ficará em Cupertino, perto do atual endereço da Apple. No mesmo lugar funcionou uma divisão da HP onde Steve Jobs trabalhou quando jovem. Com o tempo, ele convenceu a Apple a comprar o terreno quando ele ficasse disponível.
Filipe Garrett
Para o TechTudo
Jobs teria, mesmo severamente debilitado pelo câncer, trabalhado no desenvolvimento destes novos produtos por mais de um ano. Não foram revelados detalhes sobre o que seriam os produtos e até que estágio Steve acompanhou seu eventual desenvolvimento. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
A princípio, o grosso do trabalho seria voltado para melhorias nos dispositivos que compõe o coração dos ganhos da Apple, como iPods, iPads, iPhones e os MacBooks. Além de novos planos para o serviço iCloud, proposta de armazenamento de arquivos dos usuários na rede, que ainda engatinha e já passou por atrasos.
Também foi revelado que Steve Jobs precisou lutar muito para convencer acionistas e executivos da Apple sobre o projeto de construção da nova sede da empresa (foto acima). Com um formato extremamente inovador em meio a um enorme jardim, o complexo, que se assemelha muito a um parque, terá capacidade para 12 mil funcionários e que deve ficar pronta em 2015.
A futura sede ficará em Cupertino, perto do atual endereço da Apple. No mesmo lugar funcionou uma divisão da HP onde Steve Jobs trabalhou quando jovem. Com o tempo, ele convenceu a Apple a comprar o terreno quando ele ficasse disponível.
Filipe Garrett
Para o TechTudo
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
RH II
Olá pessoas,
segue link de artigo bem bacana sobre Descrição de cargo: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/descricao-de-cargo/23421/
confiram! abçs!!!
segue link de artigo bem bacana sobre Descrição de cargo: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/descricao-de-cargo/23421/
confiram! abçs!!!
QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA COINCIDÊNCIA!!!
05/10/2011 18h36 - Atualizado em 05/10/2011 20h14
Sindicatos de NY se unem a protesto dos indignados de Wall Street
Movimento 'Ocupem a Wall Street' está há 3 semanas na Baixa Manhattan.
Contra 'ganância corporativa', passeata criativa teve até 'triciclo-unicórnio'.
Sindicatos de NY se unem a protesto dos indignados de Wall Street
Movimento 'Ocupem a Wall Street' está há 3 semanas na Baixa Manhattan.
Contra 'ganância corporativa', passeata criativa teve até 'triciclo-unicórnio'.
05/10/2011 20h40 - Atualizado em 05/10/2011 22h24
Criador da Apple impôs visão de simplicidade no mercado da tecnologia. Da experiência com drogas às brigas, conheça a trajetória do empresário.
Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.
Do G1, em São Paulo
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