terça-feira, 23 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Pós-graduação aumenta salários, mas deve estar de acordo com plano de carreira
Uma pesquisa revela em números que quanto mais estudo, maior o salário. Por isso, depois de terminar a faculdade, o desafio é escolher que pós-graduação cursar.
Depois de se formar em relações internacionais, a diretora de marketing Juliana Andrade entrou para um curso de pós-graduação. “Eu espero ser melhor remunerada e ter maior sucesso na minha carreira profissional”, diz.
Milene Schiavo, gerente de recursos humanos, também não se contentou só com o curso de administração de empresas. Começou a fazer pós em recursos humanos. O retorno já veio: “Recentemente, tive um convite de trabalho para ser gestora de uma empresa em que hoje sou gerente de RH, e um dos motivos foi porque eu estava cursando a pós”, afirma.
Promoções, salários maiores: quem se qualifica é recompensado. E uma pesquisa mostra que a pós-graduação é ainda mais importante para os profissionais que estão começando a ocupar cargos de chefia.
Trabalhadores com nível superior que tenham mestrado ou doutorado, por exemplo, ganham 37,72% a mais (R$ 4.484,53) do que aqueles que só fizeram graduação (R$ 2.792,61).
“É o resultado que o ocupante desse cargo traz em relação às atividades do cargo. Então quanto mais preparado ele for, mais resultados ele traz para as atividades em que a empresa exige desse cargo”, diz Silvana Di Marco Franzotti, gerente da pesquisa salarial e de benefícios da Catho Online.
A pesquisa feita com 167 mil trabalhadores em todo o país também revela a variação salarial no topo da carreira. Diretores que cursaram MBA ganham mais do que todos os outros (R$ 18.693,28), mesmo daqueles com mestrado e doutorado (R$ 17.466,67).
Para cada cargo, uma pós-graduação. Na hora de escolher o curso, é importante focar o objetivo profissional. É o que destaca Sônia Helena dos Santos, especialista em gestão de pessoas. “Se ele tem intenção em trabalhar no mercado, vai procurar uma pós-graduação, e, conforme o desenvolvimento da carreira dele, quanto tempo ele vai permanecer, pode buscar na sequência um MBA. Quando você fala num mestrado ou num doutorado, aí já tem um caráter muito mais investigativo, voltado a uma carreira acadêmica”, diz.
Depois de se formar em relações internacionais, a diretora de marketing Juliana Andrade entrou para um curso de pós-graduação. “Eu espero ser melhor remunerada e ter maior sucesso na minha carreira profissional”, diz.
Milene Schiavo, gerente de recursos humanos, também não se contentou só com o curso de administração de empresas. Começou a fazer pós em recursos humanos. O retorno já veio: “Recentemente, tive um convite de trabalho para ser gestora de uma empresa em que hoje sou gerente de RH, e um dos motivos foi porque eu estava cursando a pós”, afirma.
Promoções, salários maiores: quem se qualifica é recompensado. E uma pesquisa mostra que a pós-graduação é ainda mais importante para os profissionais que estão começando a ocupar cargos de chefia.
Trabalhadores com nível superior que tenham mestrado ou doutorado, por exemplo, ganham 37,72% a mais (R$ 4.484,53) do que aqueles que só fizeram graduação (R$ 2.792,61).
“É o resultado que o ocupante desse cargo traz em relação às atividades do cargo. Então quanto mais preparado ele for, mais resultados ele traz para as atividades em que a empresa exige desse cargo”, diz Silvana Di Marco Franzotti, gerente da pesquisa salarial e de benefícios da Catho Online.
A pesquisa feita com 167 mil trabalhadores em todo o país também revela a variação salarial no topo da carreira. Diretores que cursaram MBA ganham mais do que todos os outros (R$ 18.693,28), mesmo daqueles com mestrado e doutorado (R$ 17.466,67).
Para cada cargo, uma pós-graduação. Na hora de escolher o curso, é importante focar o objetivo profissional. É o que destaca Sônia Helena dos Santos, especialista em gestão de pessoas. “Se ele tem intenção em trabalhar no mercado, vai procurar uma pós-graduação, e, conforme o desenvolvimento da carreira dele, quanto tempo ele vai permanecer, pode buscar na sequência um MBA. Quando você fala num mestrado ou num doutorado, aí já tem um caráter muito mais investigativo, voltado a uma carreira acadêmica”, diz.
ANIVERSÁPRIO DO PROFESSOR VALTER DA DISCIPLINA DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA.
Brasil melhora a posição no ranking mundial de pesquisa científica
Segundo a Unesco, o Brasil ganhou destaque com invenções como carros flex e até a inovação das urnas eletrônicas. O país investe 1,1% do PIB na produção ciêntífica, o que corresponde a 23 bilhões de dólares por ano.
A produção de petróleo. A eficiência na agricultura, a fabricação de aviões e carros flex e até a inovação das urnas eletrônicas são destacadas pela Unesco como resultado da pesquisa científica no Brasil.
“E isso é um dado relativamente novo que vem acontecendo nos últimos anos e que mostra realmente o Brasil é um país emergente e que tem o seu lugar no mundo da ciência”, diz o representante da Unesco no Brasil, Vicent Defourny.
O país investe 1,1% do PIB na produção científica. O que dá 23 bilhões de dólares por ano. Igual a países como Itália e Espanha. Mas ainda longe de Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos.
Hoje, o Brasil ocupa o 13º lugar na publicação de artigos científicos. No ano passado, foram 26.482 publicados e todo ano, 11.300 mil novos doutores se formam nas universidades brasileiras. Bem melhor do que há 30 anos, quando apenas 500 conseguiam o título por ano.
“Numa sociedade que é cada vez mais baseada no conhecimento a pesquisa é fundamental. E isso tem tudo a ver com o desenvolvimento de uma nação”, fala Defourny.
As novidades são boas. Mas ainda há problemas. A pesquisa ainda está concentrada nos estados da região Sudeste e pelo setor público. Em países como os Estados Unidos são as empresas que lideram os investimentos na área.
O registro de patentes mostra bem isso. Enquanto em um ano as empresas brasileiras inventam e registram em torno de cem novos produtos. Na China, só no ano passado, foram mais de 1.650. Mas para o pesquisador do CNPQ Fernando Barros, isso está mudando. Os empresários brasileiros já começam a ver que investir em pesquisa pode ser um bom negócio.
“Hoje, com essa transformação da economia, os empresários brasileiros estão investindo mais na inovação e estão querendo ficar mais competitivos”.
A produção de petróleo. A eficiência na agricultura, a fabricação de aviões e carros flex e até a inovação das urnas eletrônicas são destacadas pela Unesco como resultado da pesquisa científica no Brasil.
“E isso é um dado relativamente novo que vem acontecendo nos últimos anos e que mostra realmente o Brasil é um país emergente e que tem o seu lugar no mundo da ciência”, diz o representante da Unesco no Brasil, Vicent Defourny.
O país investe 1,1% do PIB na produção científica. O que dá 23 bilhões de dólares por ano. Igual a países como Itália e Espanha. Mas ainda longe de Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos.
Hoje, o Brasil ocupa o 13º lugar na publicação de artigos científicos. No ano passado, foram 26.482 publicados e todo ano, 11.300 mil novos doutores se formam nas universidades brasileiras. Bem melhor do que há 30 anos, quando apenas 500 conseguiam o título por ano.
“Numa sociedade que é cada vez mais baseada no conhecimento a pesquisa é fundamental. E isso tem tudo a ver com o desenvolvimento de uma nação”, fala Defourny.
As novidades são boas. Mas ainda há problemas. A pesquisa ainda está concentrada nos estados da região Sudeste e pelo setor público. Em países como os Estados Unidos são as empresas que lideram os investimentos na área.
O registro de patentes mostra bem isso. Enquanto em um ano as empresas brasileiras inventam e registram em torno de cem novos produtos. Na China, só no ano passado, foram mais de 1.650. Mas para o pesquisador do CNPQ Fernando Barros, isso está mudando. Os empresários brasileiros já começam a ver que investir em pesquisa pode ser um bom negócio.
“Hoje, com essa transformação da economia, os empresários brasileiros estão investindo mais na inovação e estão querendo ficar mais competitivos”.
Valorização do real torna produtos brasileiros menos competitivos no exterior
De 2009 até hoje, o real se valorizou 37% frente ao dólar. A alta da moeda prejudica a economia do país. Para reagir a chamada guerra cambial, o governo brasileiro comprou dólares e aumentou os impostos sobre investimentos estrangeiros em renda fixa.
Edição do dia 10/11/2010
11/11/2010 01h03 - Atualizado em 11/11/2010 01h53
para ver a reportagem completa acesse: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/valorizacao-do-real-torna-produtos-brasileiros-menos-competitivos-no-exterior.html
Aumentam as críticas sobre a política cambial chinesa
Há décadas, a China faz do baixo valor de sua moeda uma arma eficiente para competir no mercado internacional. Depois da crise mundial, cresce a pressão para que o país abandone esta prática.
Edição do dia 09/11/2010
10/11/2010 00h50 - Atualizado em 10/11/2010 01h09
para ver a reportagem completa acesse: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/aumentam-criticas-sobre-politica-cambial-chinesa.html
Edição do dia 09/11/2010
10/11/2010 00h50 - Atualizado em 10/11/2010 01h09
para ver a reportagem completa acesse: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/aumentam-criticas-sobre-politica-cambial-chinesa.html
O que levou os EUA a injetar US$ 600 bi na economia do país e o efeito ao redor do mundo
Nos EUA, o BC americano vai fabricar US$ 600 bilhões para comprar títulos públicos. A interferência na economia americana é o capítulo mais recente do que alguns economistas chamam de guerra cambial.
Edição do dia 08/11/2010
11/11/2010 19h46 - Atualizado em 11/11/2010 19h46
Rodrigo Alvarez Nova York, EUA
Materia completa acesse: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/o-que-levou-os-eua-injetar-us-600-bi-na-economia-do-pais-e-o-efeito-ao-redor-do-mundo.html
Assinar:
Postagens (Atom)